domingo, 18 de janeiro de 2009

direita. esquerda. direita. esquerda. direita.

- Oi, meu nome é confusão. E eu sempre apareço e deixo todos cafusos confusos e quase suicidas. Entrelaço e laço coisas e causos e contos e acasos do que não era pra ser e foi, e do que queria que fosse e não pode ser. é quase querer tornar-se já sendo, é quase jogar-se já morto. é quase inteiro. é quase interno que se expõe e corre. corre como se precisasse fugir de algo que só queria que fosse e na verdade não foi. é medroso. ziguezaguear é fraqueza, é covardia e medo. mas ao mesmo tempo é feliz e corajoso ao ponto de deter-se e ser consciente em atos. mesmo que não o seja tanto em pensamentos guarda os atos. Só se encontra no tão e só reverberare.
Escrever pouco é bobagem, mas muito escrever é mais ainda. Porém, entreter-se lendo é algo que não me satisfaz. Não gosto dos livros, eles só são necessários [e nem sempre]. Intelecto não é só escrita, é sentir. e gostar de ser intelecto é gostar de ser o que não é. o intelecto não sabe que é, e quem lê nem sempre lê. mas isso é lins caldas e impossível alcançar no momento. [momento também é lins caldas e, logo, não existe].
Se eu fosse Clarice desejaria algo innominatu maior que liberdade, se eu fosse o poeta citaria Clarice, mas se eu só zigueuezagueasse[...]. com licença,é vez de escrever para a esquerda.
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2 comentários:

Thalyta França disse...

maravilha ;)

Dari disse...

gostei do momento lins caldas



adoooro