sexta-feira, 19 de agosto de 2011
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
olhar meu
dos versos vários
ditos e escritos
jamais se verá
que tem dono o peito
repleto de sentimento
o olhar é sempre aquilo
que os poetas já disseram:
tudo
mesmo com tempo curto
com o ciúme muito
te entrego
o que deveras te pertence
há muito
ditos e escritos
jamais se verá
que tem dono o peito
repleto de sentimento
o olhar é sempre aquilo
que os poetas já disseram:
tudo
mesmo com tempo curto
com o ciúme muito
te entrego
o que deveras te pertence
há muito
eu pra mim
Eu não mudei o caminho
Nem os sentidos
Lixei os pés
Nem deixei de respirar
Nem de viver
Só parei de fumar
Não troquei os móveis
Não troquei de lugar
Lustrei
Não apaguei da memória
Não esqueço de histórias
Minhas
Mudei
de endereço
Nem os sentidos
Lixei os pés
Nem deixei de respirar
Nem de viver
Só parei de fumar
Não troquei os móveis
Não troquei de lugar
Lustrei
Não apaguei da memória
Não esqueço de histórias
Minhas
Mudei
de endereço
sexta-feira, 15 de julho de 2011
coisa de menina!
Num fim de semana desses, Laís Seubert, blogueira e fã de maquiagens, veio nos mostrar novos produtos, e claro, nos produzir aqui no meu AP. Maghalli também esteve presente.
Resultado: Todas as meninas lindas e querendo comprar produtos da Mary Kay!
Enfim, recomendo.
Resultado: Todas as meninas lindas e querendo comprar produtos da Mary Kay!
Enfim, recomendo.
sábado, 9 de julho de 2011
presta atenção, menina!
Desculpe, seu moço, é que eu sou assim mesmo, meio desajeitada, deixando as coisas caírem pelo chão. Passei que nem vi, desmanchou-se em cacos o vaso bonito. Perdão, perdão. Darei outro ao senhor. Vou procurar um bem bonito, azul com linhas brancas, com desenhos uniformes,de flores e mulheres. Em jardins, na porta de casa. Alegres, mas misteriosas. Estampadas simplesmente num cotidiano incomum. Não são mulheres comuns, nem as flores. Serão bem bonitas, garanto. Só peço desculpa de novo, que da próxima vez olharei com muita atenção o estrago que faço por onde passo, não quero me acostumar com isso. Apesar de que vai ser bem divertido procurar pra o senhor um belo vaso novo, azul. Ou branco, com rosas, e fios dourados, com mulheres vestidas de vermelho e cabelos presos. Seria bonito também, não acha?
Sabe o que, moço? Ando muito a flor da pele, mente desocupada, corpo carente, família longe. Guardo-me junto aos livros de poesia, que muitas vezes por preguiça ficam mesmo bem guardados. Então meu corpo vem, e derruba tudo. Mas só porque meu espírito tá guardado, dormindo em algum lugar. Perdão, novamente. Eu acho que não sou assim sempre, não. Vou juntar os cacos, caso não queira um vaso novo, vou colá-los, bonitinhos, cada um no seu lugar. Mas não me julgue por isso, não, senhor. Desculpe, de verdade. Serei atenta, atenta...
quarta-feira, 6 de julho de 2011
hoje!
Um dia me desprenderei de mim. Dos meus olhos embaçados, do meu tato sem firmeza, do meu paladar que se confunde. Do meu intelecto fraco, do meu amor escravo.Um dia me desprenderei da terra, dos espinhos. Sabendo que flores são ceús, que água é céu, que fogo é fogo... E que existem elementos básicos para se viver. Que os sentidos fazem sentidos se sentidos em equiíbrio.
Um dia não haverá corda que me faça bambear.
Nem curva que me faça desviar.
Nem voz que me atrapalhe.
Nem corpo.
Nem Eu.
E hoje é mais
Um dia
terça-feira, 28 de junho de 2011
solução
Se não consigo arrancar de mim
palavras da boca
arranco dos olhos
as lágrimas
sangue do meu corpo
de mulher
palavras da boca
arranco dos olhos
as lágrimas
sangue do meu corpo
de mulher
domingo, 12 de junho de 2011
sábado, 11 de junho de 2011
triste poesia
minha escrita seria sobre tudo
sobretudo
sobre dor
portanto se me embebo
de amor
a poesia sofre
[mas não morre]
sábado, 4 de junho de 2011
Menina Bordada
Marcelo Camelo
Eu vi primeiro
Todo encanto dessa moça
Todo encanto dessa moça
Vai ver era só dizer a ela assim:
-Oi Moça, por favor, cuida bem de mim
sexta-feira, 3 de junho de 2011
em tempo real
tempo, como se fez?
das trevas, da luz
da voz
do verbo
qual o tempo, de
dedicar-se ao tempo
que está em mim
mas não tenho
[?]
Oro ao tempo,
pra que passe,
e eu consiga
ver
dade
das trevas, da luz
da voz
do verbo
qual o tempo, de
dedicar-se ao tempo
que está em mim
mas não tenho
[?]
Oro ao tempo,
pra que passe,
e eu consiga
ver
dade
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