sexta-feira, 13 de maio de 2011

birthday

Parabéns, Fernando!


ps.: o aniversário foi ontem, mas o blogspot resolveu, sem me avisar, que ontem seria dia de manutenção, e aí, não foi possível publicar ontem.

terça-feira, 10 de maio de 2011

de mim, das modas, do tempo (que passa, graças a Deus!)

Meu armário está uma bagunça. Fui olhando, dobrando, achando cada roupa ridícula.
Arrumei os esmaltes, os perfumes, os brincos, as ligas de cabelo que ainda restam.
O desodorante, o hidratante, o hidratante para pernas, o creme pra celulite.
O protetor solar, o pense, a pinça, a lixa para unhas, o algodão.
Percebi que a acetona acabou. Que a ponta do palito, pra tirar o excesso do esmalte, tá torta.
Shampoo ainda tem de sobra, mas o condicionador foi pro beleléu.
Comprei uma calcinha nova, de renda, preta, tipo shortinho sabe? Tem que ser lavada ainda.

Continuei observando as roupas que dobrava, enquando não limpav o guarda-roupa.
Percebi que tinha tanta roupa-preta, e engraçado, eu nunca fui a velório nenhum.
Lembrei que fui uma rockeira muito doida um dia. Só vestia preto. Não usava brinco grande, era coisa de mulherzinha. Eu não sorria pra fotos - porque além de tudo ainda não tinha aparelho e meus dentes eram horríveis. Só andava com os meninos.
Antes disso, pedi um CD do Felipe Dylon como presente de amigo oculto. (Ainda bem que o tempo passa!)


Ganhei um CD da banda ROUGE. E dancei muito, muitas noites

"Aserehe ra de re, de Hebe tu de hebere
Seibiunouba mahabi, an de bugui an de buididipi"


O pior é que tenho amigas que dançaram junto comigo, não dá pra negar.
Pelo menos nunca usei aquela roupa moda Darlene (Débora Secco), saia plissada e boina e etc.
Nessa época eu já era a rockeira doida que só andava com os meninos.
(e minha mãe não tinha dinheiro pra bancar esse estilo Darlene!)



Também houve um tempo em que eu queimava 40º graus de febre ao som de TWISTER.

(o que aconteceu com os rapazinhos dessa banda?)


Outro tempo, de SNZ.



Também houve um tempo em que Charlie Brown era legal.


...
Andei pensando isso, por causa de uma arrumação boba, que não daria em nada.
E sabe o que é interessante?
É que eu só tenho 19 anos.
Termino a faculdade aos 20.
E já to achando que minha geração
(coff, coff)
Era melhor do que a atual...

Não sei porque...

Contudo, confesso, acho que se hoje eu tivesse 12 anos, gostaria de Justin Bieber


Afinal, ainda resta dizer, que aos 11, eu era fã de Aaron Carter


(...)

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Gosto!

da minha incapacidade de êxpor. da minha vontade de dizer, das palavras que não digo.
do que meus olhos querem ver.

de cada olhar que guardo sem razão. de cada brilho refletido em íris minhas.
de cada partida, de cada parto, de cada parte.

de cada gosto, de cada rosto, de cada sorriso.
seu

de cada gesto, de cada medo.
que tento infinitamente,

provar. com meu paladar.
pra você.

a verdade,

é que amores não vêm em vão.

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Coragem

Não resistiu. Agarrou o proprio peito, sentiu doer. Sentiu pena, sentiu muito,
mas arrancou o peito.

quarta-feira, 6 de abril de 2011

memorável

do passado recordo,
mas agora sei criar,
então
 o futuro futuro, futuro passado
além de recordado será delicioso.

quarta-feira, 30 de março de 2011

Greve de Juízes Federais, sinceramente, me OFENDE!

Covenhamos, eu nem sei quanto exatamente um juiz federal ganha atualmente, mas eu tenho certeza que o piso salarial dele é mais do que o 7º céu salarial de um professor (defendendo, é claro, a classe).

Não satisfeitos, os juizes federais anunciaram que em 27 de abril farão greve, para reinvindicar pelo aumento de salário da classe. SÓ querem ganhar R$ 30,6 mil reais por MÊS...


Um Professor de rede pública, comum, para ganhar R$ 30,6 mil reais, precisa trabalhar pelo menos 2 anos, de manhã, de tarde e de noite, na prefeitura, no estado e numa escola particular comum. Com um detalhe: SEM GASTAR UM CENTAVO!

Políticas públicas, falta de reconhecimento, ou sei lá o quê... Essa porra me ofende!


Isso sim é uma vergonha! Disparidade do c#r#lho!
sem mais.

sexta-feira, 25 de março de 2011

bom dia!

É que eu já não me preocupo, seu moço
Com essa tal de diversão


Sobrevivo para abrir os olhos
E bombear o coração

Porque hoje a mocidade
que não para de beijar

Dorme muito, beija tanto
e tem preguiça de acordar

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Petra

há em mim uma pedra
uma pedra
no meu petrificado
peito

pedra de dura dor
dourada
que brilha
mas nada vale

senão para meu petrificado
amor

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

A Lista

Composição: Oswaldo Montenegro

Faça uma lista de grandes amigos
Quem você mais via há dez anos atrás
Quantos você ainda vê todo dia
Quantos você já não encontra mais...
Faça uma lista dos sonhos que tinha
Quantos você desistiu de sonhar!
Quantos amores jurados pra sempre
Quantos você conseguiu preservar...
Onde você ainda se reconhece
Na foto passada ou no espelho de agora?
Hoje é do jeito que achou que seria
Quantos amigos você jogou fora?
Quantos mistérios que você sondava
Quantos você conseguiu entender?
Quantos segredos que você guardava
Hoje são bobos ninguém quer saber?
Quantas mentiras você condenava?
Quantas você teve que cometer?
Quantos defeitos sanados com o tempo
Eram o melhor que havia em você?
Quantas canções que você não cantava
Hoje assobia pra sobreviver?
Quantas pessoas que você amava
Hoje acredita que amam você?

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

i11

prometer coisas em função da virada do ano tem a mesma validade do que uma promessa em função de uma dieta...na próxima segunda-feira!

sábado, 6 de novembro de 2010

Oco!

Abriu a geladeira. Fechou. Abriu de Novo. Fechou, sem que desse tempo da luz acender. Lembrou que houvera esquecido de fazer seu exercício de relaxamento pela amanhã. Foi como se tivesse a certeza, mesmo esta já sendo certa, que houvera esquecido de si. Esquecera de si. Sentiu raiva por esquecer de si. E se apagou mais rápido que a luz da geladeira há pouco. Atendeu o telefone, esqueceu da raiva, do relaxamente, de si. Conversou, riu. Marcou e desmarcou compromissos. Sentou, pensou no que deveria escrever. Não foi de repente, mas descobriu um cérebro oco. As paredes deossos preenchidas de vazio. O que sobrevivia ali? Que palavras adjetivariam aquilo que não poderia ser nada além de OCO?
E assustou-se, comentendo mais um erro ao tentar vangloriar-se do que é, ou iludir-se de que é algo. Se pôs sobre os demais. Se seu cérebro era oco, e o cérebro do fulano? Seria oco, oco, oco... com ECO? Talvez nem houvesse eco, não haveria obstáculo pra criá-lo. Seria oco e infinito, exponelcialmente oco. E esquecia-se cada vez mais que tudo era ilusão.

Inclusive imaginar um crânio repleto de eco pertencente a outrem.
Inclusive acreditar que pensava enquanto escrevia.